Estatuto Editorial | Editorial | Equipa | O Urbi Errou | Contacto | Arquivo | Edição nº. 418 de 2008-01-29 |
Grupo permanente é desejo dos Bombeiros
Os Bombeiros da Covilhã, tal como em todo o País, assinalaram o Ano Nacional do Voluntariado. Um trabalho que, diz a corporação, muitas vezes não é reconhecido, mas que é valoroso. Ter um Grupo de Intervenção Permanente continua a ser um desejo.
> Notícias da CovilhãO trabalho do bombeiro voluntário, apesar de valoroso, válido, capaz e muitas vezes, muito profissional, não é valorizado como deve ser. Foi esta, em suma, a mensagem deixada pelo presidente da direcção dos Bombeiros Voluntários da Covilhã, Emídio Martins, no passado sábado, dia em que a corporação assinalou o Ano Internacional do Voluntariado. Uma data comemorada a nível nacional, por indicação da Liga dos Bombeiros Portugueses, e que, na região, também foi assinalada pelas várias corporações.
Segundo Emídio Martins, o espírito que levou a esta festividade foi o de “moralizar o bombeiro voluntário”, diz, em declarações à Rádio da Covilhã. Sobre o número de voluntários que a corporação tem, o dirigente diz que existe “um bom leque de voluntários, formados, embora gostasse de ter mais”. Segundo o presidente da Federação de Bombeiros do distrito, António Antunes, apesar de o voluntariado, no País, não atravessar um bom momento, no distrito “não existe, para já, tanta razão de queixa”.
Na Covilhã, porém, existe, há já alguns anos, o desejo de se contar com um Grupo de Intervenção Permanente. Um objectivo reiterado no sábado pela corporação, perante o responsável da Câmara da Covilhã presente, João Esgalhado, que prometeu que a autarquia estaria atenta a esta situação.
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